segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Dicas-sombra e regas

1. Sombra:

Sempre que ler ou ouvir que uma planta gosta de sombra, desconfie. As plantas necessitam realizar a fotossíntese para viver. Assim, por mais “de sombra” que seja uma planta, ela sempre vai gostar de um local bem iluminado, próximo a uma janela ou poço de luz.


2. Regas:

Esqueça aquela dica do atendente da floricultura que disse para você regar dia sim dia não, entre outras periodicidades. A planta não bebe a mesma quantidade de água todos os dias. Assim como você, em dias quentes ou mais cansativos, ela bebe mais água. Assim, utilize a umidade da terra como parâmetro. Coloque o dedo no solo e sinta se está úmido ou seco. Só regue se estiver seco (e regue sempre que estiver seco!) A planta prefere que você regue bem o vaso a intervalos espaçados, molhando bem todo o substrato, do que um pouquinho por dia. Vale para a maioria das plantas.


Dicas de jardinagem do Miguel Monteiro

Se o jardim está sujeito à ventos fortes, evite o uso de espécies com folhas largas e compridas, pois elas rasgam facilmente. Prefira as mais resistentes, como viburno, agave, cica, dracena, clúsia, orquídea-bambu (foto), bálsamo, cróton, mussaenda, vinca, lavanda e zamioculca. Projeto do Mera Arquitetura a Paisagismo.

DICAS DE JARDINAGEM DO MIGUEL MONTEIRO - Poda de roseiras


É um tipo de poda muito específico, por isso vou apenas apresentar uma abordagem para ajudar quem quer começar. As roseiras têm de ser podadas no frio para garantir uma maior floração.
Como proceder?
  • Com uma tesoura de poda, corte os ramos mais pequenos e menos vigorosos. No caso de roseiras mais velhas pode precisar de usar um serrote;
  • Corte os ramos ladrões;
  • Corte os ramos que estejam a tocar noutros ramos;
  • Corte os ramos tortos;
  • Corte sempre acima dos gomos. Conte três gomos e corte 1,5cm acima do terceiro gomo. Vá cortando ramo a ramo até ficar com um pequeno arbusto.

PODAS DE OUTONO - JARDINS

Apesar do tempo ainda quente, já são bem percetíveis as maiores amplitudes térmicas e a consequente reação das plantas.
As temperaturas médias e o fotoperiodismo, são sem dúvida fatores “gatilho” para alterações biológicas nas espécies vegetais, e chegou a altura adequada para as ditas operações de poda num grande número de espécies.
A poda não é mais do que a supressão total ou parcial de parte da planta, condicionando o seu desenvolvimento numa perspetiva de criar melhores condições de desenvolvimento.
Estas melhores condições de desenvolvimento, nem sempre são a pensar no bem-estar da planta, sendo muitas vezes por condicionantes de espaço, redução de altura da planta, potenciar floração e / ou frutificação.
Aqui surgem as podas de limpeza, formação e condução, tendo sempre em atenção que se tratam de procedimentos ditos “contranatura”, ou seja que vão influenciar diretamente a conformação natural da espécie, sendo de evitar intervenções drásticas, em que se registe a retirada de percentagens significativas de parte verde e/ou corte de ramos de diâmetro considerável.
As podas de limpeza, passam por intervenções simples de cortes de pequenos ramos secos, arejamento de copas e retirada de ditos ladrões e ramos desviantes, e são as mais aconselhadas, pelo baixo impacto que criam sobre a planta, podendo ser realizadas em qualquer altura do ano.
As de formação, já são intervenções mais condicionantes ao desenvolvimento da planta, originam por norma cortes de diâmetros superiores e obrigam a um acrescido esforço de cicatrização, ficando a planta, temporariamente mais vulnerável ao ataque de fungos e outros agentes patogénicos, funcionando esta feridas como porta de entrada.
As podas de condução, mais usuais em trepadeiras e fruteiras, visam sobretudo a criação de melhores condições de exposição e arejamento, potenciando floração e frutificação. Após uma primeira fase de formação, a condução por norma passa pela supressão e limitação de ramos anuais.
A poda ideal em ornamentais, passa por um acompanhamento contínuo, com várias intervenções de limpeza durante todo o ano, evitando operações drásticas que obriguem a espécie a um grande esforço de cicatrização e recuperação.
Daí a tesoura de poda estar recomendada como ferramenta base essencial durante qualquer intervenção no jardim, desta forma atuamos no tempo certo sobre pequenos rebentos, auxiliando verdadeiramente a planta no seu pleno desenvolvimento.


quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Jardim Senhor dos Aflitos em Lousada

No centro da vila de Lousada pode encontrar este pequeno jardim com uma bonita paisagem e espaços aprazíveis com sombra, onde pode desfrutar de algum sossego,e tambem se pode sentar nos bancos ,a sombra e belas paisagens com plantas,flores e arvores etc ..


Jardim dos Sr. dos Aflitos

Espaço central localizado nas imediações da Capela do Senhor dos Aflitos.
É uma zona arborizada, com árvores centenárias e jardins com bancos para se descansar. Tem dois parques infantis onde as crianças podem brincar, um lago com repuxos de água e espaço para passear, tem ainda uma pequena fonte emblemática com um menino em pedra a fazer chichi para a bacia da fonte.



quinta-feira, 15 de novembro de 2018

JARDINS DA VILA DE LOUSADA

Uma das Vilas mais charmosa e com um matizado de Outono mais encantador das Terras do Alto Sousa é a Vila de Lousada, tem Jardins bem tratados com belas paisagens. Na primeira quinzena de Novembro estive como estagiário a aprender a trabalhar em Jardinagem no jardim dos Senhores dos Aflitos, que está representado  nas fotografias. Este Jardim tem uma paisagem belíssima e eu tenho orgulho de ter ajudado  os Jardineiros a conservá-lo e a embelezar. Venha visitar este Jardim na Vila de Lousada e apreciar a sua Beleza.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Parque Urbano Dr. Mário Fonseca

Localizado na Avenida Amílcar Neto, junto às Piscinas Municipais e ao recinto da Feira, o Parque Urbano estendendo-se até à Escola Secundária, bem no centro da Vila de Lousada.
A primeira fase encontra-se implantada no espaço do antigo campo de futebol da Associação Desportiva de Lousada. A área total do parque ronda os quatro hectares e podemos dividi-lo em dois patamares o equivalente à primeira e segunda fase.
O primeiro patamar com uma área de 2,5 hectares é composto por um sistema de verde contínuo com maciços e pontuações arbóreas, manchas e cobertos arbustivos e herbáceo. Nesta zona estão inseridos a zona de Cafetaria/Restauração com área de esplanadas e Centro de Atividades Ambientais, e ainda os equipamentos infantis e geriátricos.
O segundo patamar será um espaço amplo dotado de um anfiteatro, um palco público ao ar livre para manifestações culturais, artísticas e musicais.
Uma linha de água atravessa o parque na zona mais baixa, contribuindo para a sua beleza e aprazibilidade.
O parque é, ainda, dotado de uma área florestal de cerca de 1,4 hectares sendo aí de destacar algumas espécies autóctones que foram preservados, exterminando-se as espécies invasoras como o caso dos eucaliptos.
Por todo o parque os vários trilhos convidam ao passeio e ao exercício físico. Uma envolvente natural e relaxante com várias espécies de árvores e flores a acompanhá-lo durante toda a caminhada.

Visita ao Horto Municipal de Lousada

O Horto Municipal, localizado em Boim, foi visitado na passada sexta-feira, dia 10, por uma turma constituída por 19 formandos do Curso de Jardinagem EFA, a funcionar na EB 2,3 de Lousada. Esta visita, de cariz pedagógico, inseriu-se no âmbito do módulo Plantação em Jardins, com a formadora Marina Costa.
O objetivo desta passagem pelo Horto Municipal foi, principalmente, reconhecer e identificar as diferentes plantas existentes na região, assim como as suas formas de plantação.

JARDINS DE INVERNO

Possuir um jardim na residência, já é o máximo! Adicionar neste jardim uma fonte de água é o que há de mais incrível quando se fala em jardim. O jardim funciona como um refúgio, que facilita nos desconectarmos da rotina cansativa do dia-a-dia e nos permite relaxar nosso corpo e a alma. Para deixar este ambiente mais agradável, vale a pena investir em uma fonte de jardim, que além de criar uma composição incrível, transmite muita tranquilidade com o som da água correndo em seu interior.
As fontes de água são capazes de entregar serenidade e paz ao ambiente, esteja ele dentro, ou fora da casa. As técnicas de decoração orientais indicam o uso da água para atrair bons fluídos e prosperidade. Quem possui espaço amplo na residência, pode ousar na decoração do jardim, utilizando cascatas, lagos, chafariz decorados com pedras e estátuas e cercado de muito verde, ou até aquelas fontes integradas a piscinas, que embelezam a entrada da casa. Para ambientes menores, ou internos, como os jardins de inverno, as fontes verticais de madeira, ou versões menores com bambus, pedras ou materiais mais rústicos, também fazem são um espetáculo a parte para o jardim da sua casa. 
Você verá neste artigo, alguns exemplos de fontes para residências, que embelezam os jardins e transmitem um ambiente de muita paz e calma. 

Rota das Camélias

  Belas e enigmáticas, as camélias chegaram do Oriente pela mão dos navegadores portugueses e desde os princípios do Séc. XIX alegram os ...